FLORAIS DE BACH - CONTINUA ATUAL
Dr. Edward Bach nos presenteou com esse maravilhoso conhecimento há quase 100 anos e o mesmo continua completamente atual.
Sua base de estudos foi que "não há doenças, porém doentes".
A partir dessa premissa desenvolveu o seu estudo observando o comportamento, as emoções e as reações das pessoas diante das mazelas da vida e percebeu que a medida em que não conseguiam elaborar seus sentimentos acabavam ficando doentes. Na sequencia de suas observações notou que estimulando os pontos emocionais essas doenças diminuiam e chegavam a desaparecer. Ainda baseado em sua experiência como medico homeopata, buscou desenvolver um sistema que tivesse a mesma premissa da homeopatia, porém com mais sutileza de atuação e profundidade na estimulação emocional.
Sua grande sensibilidade o levou a estudar as flores e sua atuação em seu proprio emocional. Foi percebendo o efeito energético das flores sobre suas emoções e que poderia aplicar em outras pessoas. Notou a eficacia desse sistema de essências florais e acabou publicando seu trabalho para a sociedade de medicina da epoca na Europa.
As essências florais do Dr. Bach preservam sua característica principal que é de facilitar a estruturação do emocional das pessoas atuando sobre as emoções paralisantes como os medos, as angustias, a rigides interna e outras posturas que interferem diretamente na vida das pessoas sem que elas se deem conta de seus efeitos.
A indicação das essências deve ser feita por profissionais especializados, apesar de que na literatura editada pelo Dr. Bach há a afirmação de que as pessoas poderiam identificar a essência que necessita, porém a prática demonstra que a auto observação fica comprometida devido as projeções, fantasias, ideais, fazendo com que a identificação da essência se torne menos evidente e não seja de fato identificada. Portanto para um bom trabalho com os florais do Dr. Bach é recomendado que se busque um profissional devidamente preparado para a identificação das essencias a serem utilizadas.
Se voce quer saber mais sobre os Florais de Bach e sua utilização, entre em contato comigo por email ou no site www.nirleycrespi.com.br.
Em junho estarei iniciando um novo curso de formação de terapeutas florais no periodo da tarde.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Tenho um filho diferente... e agora o que faço?
O dia do nascimento de um filho é sempre um acontecimento muito esperado e sonhado pelos pais e familiares. Já se passaram muitos dias, meses e todo o enxoval foi sendo comprado, o chá de bebe realizado com muitas brincadeiras e a expectativa só aumentando para o dia da chegada!
Quando? A que horas? Parto normal? Cesareana?
Muitas perguntas sem respostas e muitas fantasias, projeções, emoções!!!... e os dias passam e chega a hora tão ansiada!
A mamãe vai para a maternidade levando sua malinha e a malinha do bebe, ambos preparados para uma festa sem igual.
Surgem as dores, a expectativa aumenta e finalmente mamãe é levada a sala de partos.
Pouco importa nesse momento qual será a forma do nascimento, a opção já está delegada para o médico ou parteira... então!... nasce!
Nasceu! Nasceu!
O pai e os parentes são informados do nascimento.
Alegria!! Festejos! Abraços! Parabenizações!
Momento impar de emoções diversas!
Mas... (sempre que surge um mas nessas situações vem um enorme frio na barriga e a sensação de medo...)
Mas tem um pequeno detalhe que não foi comentado no momento em que o médico foi dar a feliz noticia do nascimento.
O mas está relacionado com a impossibilidade da vinda do bebe para o quarto, pois ele está sob observação... algo não saiu tão certo como o esperado...
Surgem então os comentários sobre as possibilidades:
"pode ser que o bebe esteja com "amarelão" = insuficiência hepática, dai precisa ficar no bercinho quente com aquela luz encima... mas ele sara logo e vem para o quarto..."
"isso não é nada, ele deve ter tomado agua do parto e estão fazendo lavagem na barriga..."
"ai... mas e se não for isso..."
- Ai meu Deus o que está acontecendo com o meu bebe?
O médico é chamado para prestar esclarecimentos para a família, como num inquérito policial!
O pai se adianta e pergunta o que está acontecendo com seu bebe.
O médico por vezes paciente, por vezes estressado, por vezes consternado com a situação, acaba comentando sobre uma anomalia detectada no momento do nascimento.
- Seu filho apresenta sinais de uma síndrome... claro que ainda é cedo para diagnosticar, mas o puericultor poderá falar melhor a esse respeito, então os senhores por favor aguardem os resultados dos exames que já foram solicitados e em breve terão mais notícias...
Foi como o chegar de uma nuvem muito escura anunciando uma tempestade implacável, carregada de um veredicto fatal...
A festa inicial é substituida por expressões carregadas de lamento e choro.
"O que está havendo?
Qual será essa anomalia?
Meu filho será diferente das outras crianças?
Como?
Minha gestação foi ótima! O pai não bebe, não fuma... não tomei nenhuma medicação contra indicada durante todo esse periodo... Fui cuidadosa, não sofri nenhuma queda... o que será que aconteceu? Na minha família não tem nenhum caso de criança diferente... não estou entendendo!"
E a angústia vai crescendo e as fantasias, as deduções equivocadas vão surgindo, e vão brotando e aumentando como fermento na massa de pão... o que fazer?
O que fazer? O que faço agora?
Essas são perguntas constantes e torturantes que surgem na vida do casal que acaba de ter um filho que apresenta alguma anomalia, má formação ou mesmo sindrômico.
Os pais costumam se culpar e buscar em suas origens familiares a causa dessa alteração.
Muitas vezes não encontram a resposta.
O fato é que a criança nasceu e está presente na vida deles e isso não irá mudar, mesmo que descubram o fator desencadeante da anomalia.
Geralmente se voltam um contra o outro, num processo de acusação mútua, de cobrança mútua.
Na verdade nada disso irá aliviar a dor, a frustração, o medo do futuro.
Então vem a pergunta: e agora o que faço?
Essa é uma pergunta cuja resposta não tem a mesma objetividade.
Não se trata de fazer algo objetivo, pois não é possível utilizar uma varinha de condão que transforme imediatamente tudo.
O importante diante dessa situação é primeiramente respirar e assumir suas emoções.
Um trabalho junto com um profissional da área, um psicologo(a), um psiquiatra, um terapeuta bem preparado para lhe ajudar a lidar com essa dor é o melhor caminho, pois uma criança diferente, ou especial, ou excepcional, ou seja lá o nome que prefira atribuir-lhe, demanda de muita paciencia, preparo, incentivo, treino e, principalmente, de alguém que acredite nela.
Geralmente as pessoas se compadecem da situação, entram na dinâmica de auto comiseração, sentem dó de si e de seu filho(a) e seguem a vida o super protegendo, porém esquecem que poderão morrer antes dele e quem irá dar manutenção a essa dependência e fragilização?
Crianças diferentes ou especiais realmente são o que o adjetivo indica, são diferentes e por isso demandam de tratamento, de trabalho diferente das crianças no geral.
Crianças especiais são assim chamadas porque necessitam de incentivos, de treinos e de pessoas que acreditem que elas sejam capazes de realizar muito mais do que se imagina.
Dai os pais necessitam de orientação, precisam se fortalecer e se preparar para cria-las para o mundo e não somente para seu mundinho idealizado.
O que fazer?
Comece olhando para si e observe suas necessidades pessoais.
Busque ajuda com profissionais preparados. Aceite a diferença como uma oportunidade de crescimento e não como uma punição advinda do além.
Veja seu filho como alguem com quem irá viver uma aventura de fato, sem a certeza de resultados conhecidos e todas as conquistas serão grandes vitorias, repletas de alegria e satisfação.
Faça sempre o seu melhor e o seu possível.
Não queira ser como fulano ou como beltrano. Seja você no seu processo de descobertas e busque a coragem que está adormecida dentro do seu ser.
Certamente irá despertar o "guerreiro de luz" que ilumina seu caminho baseado na sabedoria daqueles que vão em busca das soluções para suas questões.
Se você conhece alguém que vive essa situação, indique esse texto.
Se quiser conversar a respeito, entre em contato comigo.
Jaya ahow (o Deus que está em mim saúda o Deus que está em você)
Nirley Crespi.´.
Quando? A que horas? Parto normal? Cesareana?
Muitas perguntas sem respostas e muitas fantasias, projeções, emoções!!!... e os dias passam e chega a hora tão ansiada!
A mamãe vai para a maternidade levando sua malinha e a malinha do bebe, ambos preparados para uma festa sem igual.
Surgem as dores, a expectativa aumenta e finalmente mamãe é levada a sala de partos.
Pouco importa nesse momento qual será a forma do nascimento, a opção já está delegada para o médico ou parteira... então!... nasce!
Nasceu! Nasceu!
O pai e os parentes são informados do nascimento.
Alegria!! Festejos! Abraços! Parabenizações!
Momento impar de emoções diversas!
Mas... (sempre que surge um mas nessas situações vem um enorme frio na barriga e a sensação de medo...)
Mas tem um pequeno detalhe que não foi comentado no momento em que o médico foi dar a feliz noticia do nascimento.
O mas está relacionado com a impossibilidade da vinda do bebe para o quarto, pois ele está sob observação... algo não saiu tão certo como o esperado...
Surgem então os comentários sobre as possibilidades:
"pode ser que o bebe esteja com "amarelão" = insuficiência hepática, dai precisa ficar no bercinho quente com aquela luz encima... mas ele sara logo e vem para o quarto..."
"isso não é nada, ele deve ter tomado agua do parto e estão fazendo lavagem na barriga..."
"ai... mas e se não for isso..."
- Ai meu Deus o que está acontecendo com o meu bebe?
O médico é chamado para prestar esclarecimentos para a família, como num inquérito policial!
O pai se adianta e pergunta o que está acontecendo com seu bebe.
O médico por vezes paciente, por vezes estressado, por vezes consternado com a situação, acaba comentando sobre uma anomalia detectada no momento do nascimento.
- Seu filho apresenta sinais de uma síndrome... claro que ainda é cedo para diagnosticar, mas o puericultor poderá falar melhor a esse respeito, então os senhores por favor aguardem os resultados dos exames que já foram solicitados e em breve terão mais notícias...
Foi como o chegar de uma nuvem muito escura anunciando uma tempestade implacável, carregada de um veredicto fatal...
A festa inicial é substituida por expressões carregadas de lamento e choro.
"O que está havendo?
Qual será essa anomalia?
Meu filho será diferente das outras crianças?
Como?
Minha gestação foi ótima! O pai não bebe, não fuma... não tomei nenhuma medicação contra indicada durante todo esse periodo... Fui cuidadosa, não sofri nenhuma queda... o que será que aconteceu? Na minha família não tem nenhum caso de criança diferente... não estou entendendo!"
E a angústia vai crescendo e as fantasias, as deduções equivocadas vão surgindo, e vão brotando e aumentando como fermento na massa de pão... o que fazer?
O que fazer? O que faço agora?
Essas são perguntas constantes e torturantes que surgem na vida do casal que acaba de ter um filho que apresenta alguma anomalia, má formação ou mesmo sindrômico.
Os pais costumam se culpar e buscar em suas origens familiares a causa dessa alteração.
Muitas vezes não encontram a resposta.
O fato é que a criança nasceu e está presente na vida deles e isso não irá mudar, mesmo que descubram o fator desencadeante da anomalia.
Geralmente se voltam um contra o outro, num processo de acusação mútua, de cobrança mútua.
Na verdade nada disso irá aliviar a dor, a frustração, o medo do futuro.
Então vem a pergunta: e agora o que faço?
Essa é uma pergunta cuja resposta não tem a mesma objetividade.
Não se trata de fazer algo objetivo, pois não é possível utilizar uma varinha de condão que transforme imediatamente tudo.
O importante diante dessa situação é primeiramente respirar e assumir suas emoções.
Um trabalho junto com um profissional da área, um psicologo(a), um psiquiatra, um terapeuta bem preparado para lhe ajudar a lidar com essa dor é o melhor caminho, pois uma criança diferente, ou especial, ou excepcional, ou seja lá o nome que prefira atribuir-lhe, demanda de muita paciencia, preparo, incentivo, treino e, principalmente, de alguém que acredite nela.
Geralmente as pessoas se compadecem da situação, entram na dinâmica de auto comiseração, sentem dó de si e de seu filho(a) e seguem a vida o super protegendo, porém esquecem que poderão morrer antes dele e quem irá dar manutenção a essa dependência e fragilização?
Crianças diferentes ou especiais realmente são o que o adjetivo indica, são diferentes e por isso demandam de tratamento, de trabalho diferente das crianças no geral.
Crianças especiais são assim chamadas porque necessitam de incentivos, de treinos e de pessoas que acreditem que elas sejam capazes de realizar muito mais do que se imagina.
Dai os pais necessitam de orientação, precisam se fortalecer e se preparar para cria-las para o mundo e não somente para seu mundinho idealizado.
O que fazer?
Comece olhando para si e observe suas necessidades pessoais.
Busque ajuda com profissionais preparados. Aceite a diferença como uma oportunidade de crescimento e não como uma punição advinda do além.
Veja seu filho como alguem com quem irá viver uma aventura de fato, sem a certeza de resultados conhecidos e todas as conquistas serão grandes vitorias, repletas de alegria e satisfação.
Faça sempre o seu melhor e o seu possível.
Não queira ser como fulano ou como beltrano. Seja você no seu processo de descobertas e busque a coragem que está adormecida dentro do seu ser.
Certamente irá despertar o "guerreiro de luz" que ilumina seu caminho baseado na sabedoria daqueles que vão em busca das soluções para suas questões.
Se você conhece alguém que vive essa situação, indique esse texto.
Se quiser conversar a respeito, entre em contato comigo.
Jaya ahow (o Deus que está em mim saúda o Deus que está em você)
Nirley Crespi.´.
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